Pedro Nuno Santos explica a saída de 1.600 funcionário do grupo TAP com a forte quebra no setor da aviação. Até agora, foram dispensados 1.200 trabalhadores com contratos a termo, mas antes de o ano terminar, vão sair mais 400 pessoas.
O Ministro das Infraestruturas garante que é uma forma de defender o emprego, porque permite "ter uma companhia aérea sustentável".
A empresa registou mais de 600 milhões de euros de prejuízos no primeiro semestre, e desde a altura em que o Estado passou a ser o principal acionista da TAP, que o Governo admitia redimensionar a empresa.
A decisão está incluída no plano de reestruturação, que vai ser enviado para Bruxelas e que estará finalizado em novembro, apesar de o prazo só terminar a 10 de dezembro.