"Descobri que tinha VIH em 2011, tinha 12 anos. Foi muito difícil para mim, eu não sabia o que fazer e a vida ficou muito dura porque eu não conseguia aceitar a minha situação. Pensei que era o fim da minha vida, que ia morrer. Senti que não conseguiria alcançar nada na vida, como se já estivesse morto e não houvesse nada a fazer pelo meu país, conta Chilungano à Médicos Sem Fronteiras.
O jovem acabou por receber formação para se tornar mentor, com o objetivo de dar apoio a outros adolescentes mais novos que também são seropositivos.
Os clubes de jovens são lugares onde os jovens seropositivos se juntam para partilhar experiências, encorajar e apoiar-se uns aos outros, para viverem de forma positiva.
Estes clubes oferecem aos adolescentes um lugar seguro para terem acompanhamento e cuidados de saúde para o VIH e para conversarem sobre a doença com outros jovens.