Miriam Achieng descobriu que era seropositiva e puseram-na imediatamente em tratamento. Ao fim de dois meses, tinha melhorado significativamente.
Em 2014, após os resultados de um estudo sobre o VIH no Quénia, a Médicos Sem Fronteiras, adotou uma nova abordagem nos testes e no tratamento do VIH naquela região.
"O que mudou ao longo dos anos foi o acesso aos testes ter melhorado e os cuidados do VIH foram simplificados e descentralizados", explica Stephen Wanjala, médico e coordenador da Médicos Sem Fronteiras em Homa Bay.
Em 2018, um estudo feito pelo Epicentro MSF revelou que a prevalência de VIH em Ndhiwa tinha baixado de 24% para 17%, mais de 90% das pessoas sabiam o resultado dos testes VIH, mais de 90% dos seropositivos estavam em tratamento e mais de 90% dos que estavam em tratamento tinham alcançado a supressão viral.