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2050, o ano da neutralidade carbónica

19-10-2020

Atingir a ambição “net zero” nas próximas três décadas para mitigar as alterações climáticas é uma meta exigente que obriga uma ação conjunta de toda a sociedade. A bp quer ajudar o mundo a atingir esse objetivo.

VÁ COM A BP E COMPENSE TODAS AS EMISSÕES DOS SEUS ABASTECIMENTOS

Com a população mundial a aumentar exponencialmente nas próximas três décadas (dos atuais quase 8 mil milhões pode chegar aos 10 mil milhões, segundo previsões das Nações Unidas), e com o crescimento económico do mundo desenvolvido, a demanda de energia vai ser também cada vez maior. Por outro lado, em termos ambientais, o planeta dá sinais de que está em perigo e clama por uma mudança, exigindo esforços a toda a sociedade. Um desses sinais é o aquecimento global, causado em grande parte por práticas humanas, sobretudo após a Revolução Industrial e a consequente Revolução dos Transportes, no século XVIII. Desde aí, e associada ao progresso, a libertação de gases de efeito estufa (GEE) para a atmosfera, entre eles o dióxido de carbono (CO2), tem sido uma constante e provocado um aumento das temperaturas do ar com consequências danosas para o ambiente e para as pessoas.

Como travar, então, esta batalha entre um mundo a necessitar de cada vez mais energia e de menos emissões? O desafio é enorme. Cientes de que o paradigma tem de mudar e que o esforço é conjunto à escala planetária, ao longo dos últimos anos vários países procuraram chegar a acordo para mitigar o problema. Na Cimeira do Clima realizada em 2015, surge, então, o Acordo de Paris, que explica a dimensão do desafio de conter o aquecimento global e propõe uma agenda de ações a serem levadas a cabo por governos, empresas e sociedade civil. Um compromisso negociado na altura por 195 países, entre eles Portugal, para que cada um não emitisse mais GEE do que aqueles que consegue absorver. Para o efeito, o acordo estabelece metas e medidas de redução das emissões a pôr em prática ao longo de três décadas, a partir do corrente ano. O objetivo é ambicioso: alcançar a neutralidade carbónica até 2050 e limitar o aumento da temperatura global a um valor não superior a 1,5º C.

Segundo o “Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050” (RNC2050), um documento que define a estratégia nacional nesta matéria, atingir a meta definida, no nosso país, implica reduzir as emissões de GEE em mais de 85%, em relação a 2005, garantir uma capacidade de sequestro agrícola e florestal de carbono na ordem dos 13 milhões de toneladas, e apostar na transição energética e na mobilidade sustentável, entre outras trajetórias possíveis. Entretanto, ao nível europeu, o plano também está traçado: reduzir, já nos próximos 10 anos, 55% das emissões de GEE, em comparação a 1990.

REINVENTAR A ENERGIA

As empresas do setor energético podem ajudar a moldar o futuro desafiante da neutralidade carbónica. A bp tem o propósito de reinventar a energia, cuja produção e uso contribui com dois terços das emissões globais de GEE, e chegar, em 2050 ou mesmo mais cedo, às zero emissões líquidas de carbono, melhorando consequentemente a vida das pessoas e ajudando, em todo o mundo, cidades e empresas no seu processo de descarbonização.

Para o efeito, a bp definiu vários objetivos, entre os quais se destacam reduzir drasticamente o carbono em todas as suas operações e na produção de petróleo e gás; diminuir em 50% por cento a intensidade de carbono dos produtos que comercializa; instalar sistemas de medição de metano em todos os principais locais de processamento de petróleo e gás e reduzir a intensidade das operações de metano em 50%; e aumentar a proporção de investimento em negócios que não são de petróleo e gás ao longo do tempo.

Entretanto, e na prossecução da sua ambição, a bp está a trabalhar para ajudar os seus clientes a gerir a transição para o baixo carbono. Os combustíveis avançados BP Ultimate com tecnologia ACTIVE oferecem mais eficiência aos veículos, levando a que se utilize menos combustível por viagem, além de os condutores poderem carregar os seus carros elétricos nos postos da marca, e da implementação do bp Drive Carbon Neutral, uma iniciativa que compensa, através do programa bp Target Neutral, as emissões de carbono de todos os abastecimentos de gasóleo, gasolina e GPL, através do financiamento de projetos ambientais de redução de carbono em vários países, como a Índia, México e Zâmbia entre outros. Ao longo dos últimos 14 anos este programa já permitiu compensar 6 milhões de toneladas de carbono, angariando mais de 24 milhões de euros para esses projetos globais que financiam a utilização de energias renováveis, baixo carbono e a proteção das florestas.

O bp Drive Carbon Neutral, disponibilizado em Portugal desde julho a todos os clientes particulares que adquiram qualquer um dos combustíveis bp, pode ajudar a compensar mais de 2 milhões de toneladas de carbono por ano, o equivalente a retirar cerca de 400 mil carros das estradas, contribuindo assim para alcançar a tão necessária neutralidade carbónica (net zero). Os condutores não necessitam de subscrever, comprar um combustível especial ou aderir a um programa de fidelização, precisam apenas de abastecer na bp.

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